
O grupo Coalition to Save Our GPS que engloba fabricantes como a Garmin, a Trimble e a OmniSTAR, bem como organizações profissionais, companhias aéreas e outros agentes interessados dos diversos sectores da indústria, alega que a norma de comunicações móveis LTE deverá colocar em risco a disponibilização do sinal de GPS para a população em geral, nos Estados Unidos.
Entenda o problema
O orgão não governamental regulador das comunições a Federal Communications Commission (FCC), aprovou os planos da LightSquared para operar na faixa de frequência de 1525 a 1559 MHz, que é visinha da faixa utilizada pelo sistema GPS (1559-1610 MHz), a proximidade das faixas de freqüências de operação poderão causar interferências na recepção dos sinais GPS em grandes centros urbanos. A FCC aprovou a instalação de 40 mil estações para a rede 4G no país, ou seja, 40.000 pontos de sombra em que o uso do aparelho GPS não poderá ser feito.
Testes
Engenheiros da Garmin realizaram testes de laboratório utilizando transmissões na freqüência aprovada para a LightSquared, e confirmaram a sobreposição dos sinais; o que provocaria áreas sem cobertura do sistema de posicionamento global nos EUA. Um avião que usava GPS para navegação perdeu o sinal GPS ao se aproximar 20Km do transmissor, e ficou totalmente as escuras as 8Km do transmissor. O sinal GPS que tem uma intensidade muita fraca (é praticamente um ruído) seria sobreposto por sinal das estações 4G que é milhares de vezes mais potente.
Por outro lado
A LightSquared, empresa responsável pela rede 4G, afirma que são os receptores GPS que atrapalham o sinal da conexão de alta velocidade; porém os receptores GPS não transmitem sinais, apenas recebem.
Agora a LightSquared vai ter que apresentar um projeto em parceria com as fabricantes de GPS para achar uma solução para o problema.
Saiba mais
Dia 10 de outubro
Após uma semana de trabalho, aproveitei o dia pra fazer um voo e descansar.
Dia 11 de outubro

O dia estava lindo, pompons pra todo lado, celulas próximas, o que ocasionava algumas áreas de sombra enormes.
Como a galera do Paraná (Sildomar e Trike), estavam com resgate, definimos uma prova até a entrada do parque da Serra Da Canastra e, ficamos aguardando a condição melhorar, pois toda a área a frente da decolagem estava na sombra. O vento estava noroeste, indentifiquei um buraco na camada de nuvens, que se aproximava da decolagem e iria iluminar toda a rampa.
Decolamos, eu, Sildomar, Trike rumo a base da nuvem que já estava ficando escura e uniforme, logo na saida levei uma fechada na direita, comendei rapidio, não afetou o voo nem o giro na termica, e começamos a rodar e subir. A deriva estava pra cima da rampa, porém indo pro céu azul, que logo comecou a esfiapar, e formar uma nuvém.
Para subir tava fácil, era so observar os pilotos e jogar pro lado onde algum era estilingado pra cima. Termais fortes, acima de 5ms. Trike falou pra irmos pro cross, mas demorei alguns segundos pra identificar os dois, e então segui logo atrás, no meio, trike estava mais baixo a direita, Sildomar, pouco abaixo de mim, a esquerda. Nesse ponto percebi que já chegava na estrada e não teria problemas com resgate, comecei a obervar a estrada e o rumo da nossa prova.
Na sequencia o Sildomar sumiu e reapareceu como Trike na base de uma núvem, longe, entao continuei meu voo, subindo e em direção ao lago da mineradora. Muitas vezes ao sair de uma base em busca de outra termal, logo a minha frente uma nova nuvém estava se formando, era olhar pra cima e atirar pro novo “posto de combustivel” que se formava.
Passando a Mineradora
Chegando na mineradora, vejo meus amigos ralando baixo, localizei um arado enorme proximo e me atirarei pra cima da deriva dele, e pipipipiiiiiii….
Trike estava baixo e acabou pousando, e logo o Sildomar também; como estava garantido o resgate, segui, contornando o lago, e ao redor dele so arados, quando já estava pensando em achar pouso, localizei um gerador e comecei a subir pra base que estava a 2300m, nesse ponto já vi Tapira.
Entubando…
A base se aproximou rápido, peguei o rumo no gps e speedei, tudo brando, alguns buracos entre as paredes, perdi o chao muitas vezes, e finalmente sai da núvem, estava sobre Tapida a 2800m, cuidei a estrada pra explicar pro resgate e comecei a subir rumo a cordilheira. Então percebi que as estradas se dividiam em 2 a cada 100m
Sildomar como resgate já estava em Tapira, acabei decidindo facilitar o resgate e pousar mais perto da estrada.


Dia 12 de outubro
Ventaca
Chegamos na rampa e o vento estava muito forte, com rajadas de 44Km/h, voltamos ao Hotel carregamos o carro e após colar o suporte de vidro do GPS, que soltou da base, colocamos o novo destino, Governador Valadares e iniciamos a nova fase da viagem.
Passamos por Belo Horizonte, onde via radio VHF entramos em contato com radio-amadores da região através de repetidora local, neste contato nos informaram que não estava pro voo, nem pilotos voando.
Atravessamos o centro da cidade guiados pelo GPS, que nos colocou na rota para Governador Valadares, porem havia muito trânsito contrário em parte do trecho.
Chegando em GV, como Itabirinha de Mantena não aparecia na lista de cidades do GPS, pedimos informação em alguns postos e pronto, estavamos a caminho; pouca sinalização, estradas sem acostamento, mas chegamos em Itabirinha as 23:50.
Dia 13 de outubro
Apos o almoco fomos conhecer a Pedra.
Com a galera de Itabirinha, que conhecemos a tarde, fomos pra rampa do cristo, Roldeide decolou e eu logo atrás, o vento estava constante, e fizemos um liftão bombado. Mesmo a sobra, com a restituição no final da tarde, era comum pegar bufas de 1,5 a 2ms.
Dia 15 de outubro – Rumo a castelo
Saimos cedo de Itabirinha, rumo a Mantena e de lá a Vitória, o GPS totalmente perdido, e ao entrarmos no ES não mostrava mais nada, pane total.
Chegamos a Castelo as 14hr, depois do hotel, comer, fomos a rampa, 1:40 de chão, até chegar na rampa.

Na rampa, o sol estava oculto por nuvens. Após nosso amigo Carlos e o Oedes (por fone: vai que é isso mesmo), chequei a vela, e esperei, o sol saiu e em alguns minutos comecou a bufa, tentei duas vezes e nada, na terceira optei por correr na diagonal da rampa, de frente para o paredão, contrariando toda a lógica, mas não é que era isso mesmo… antes de chegar ao final já estava em voo.
Parede bombando, 16:50 da tarde
Dia 16 de outubro
Acordei as 6:30 am, o tempo estava fechado, alguns pingos no carro. Tomei café; o tempo ainda fechado, e a previsão nao estava boa, pegamos a estrada rumo ao Rio de Janeiro.
Entrando no RJ o GPs voltou a vida, o ES não possui bons mapas no projeto tracksource, e o roteamento nao funciona, a BR 101 quase sempre foi mostrada.


Na ponte Rio-Noteroi, olha o Cristo lá atrás!
Cruzamos São Paulo e Paraná, o tempo cada vez mais fechado, no PR a chuva foi quase constante durante todo o trecho.
Dia 17 de outubro
Final da trip, cheguei em casa as 8 da manha, no horário de verão, muito casado, estava a 24 horas acordado, depois de mais de 1500km de estrada e mais de 5100Km no total da Trip.
GPS é bom, mas um mapa ajuda muito